Risco trabalhista raramente nasce de “má-fé”. Na maioria das empresas, ele começa com algo bem mais simples (e perigoso): falta de evidência confiável. Uma marcação de ponto perdida, um intervalo intrajornada não registrado corretamente, uma regra de banco de horas mal aplicada, um espelho de ponto inconsistente… e pronto: o RH vira o “centro do incêndio” quando chega auditoria, fiscalização ou reclamação.
E esse risco não é teórico. Horas extras e intervalo intrajornada aparecem entre os temas mais recorrentes na Justiça do Trabalho, com dezenas de milhares de processos julgados todos os anos.
A boa notícia: dá para reduzir esses riscos com método e com tecnologia que transforma o controle de jornada em conformidade, rastreabilidade e governança. Neste artigo, você vai entender como a DIMEP estrutura esse ecossistema para que o seu RH evite riscos trabalhistas.
O que, de fato, aumenta o risco trabalhista na gestão de jornada?
Em geral, o risco não está apenas em “pagar errado”. Está em não conseguir provar com clareza o que aconteceu.
Os gatilhos mais comuns:
- Horas extras sem regra clara, sem aprovação, ou sem trilha de auditoria
- Intervalo intrajornada registrado de forma incompleta/inconsistente
- Banco de horas sem controle e sem relatórios confiáveis
- Escalas (revezamento, folgas, turnos) desenhadas fora do que foi acordado
- Apontamentos manuais e retrabalho em planilhas, com alto risco de erro
- Acesso do colaborador às marcações falho (transparência baixa = conflito alto)
- Ambientes híbridos/remotos sem validação de local/identidade do registro
O que a Portaria 671 mudou e por que isso importa para reduzir riscos
A Portaria nº 671/2021 reorganizou as regras do registro eletrônico de ponto e consolidou modalidades oficiais (REP), permitindo modernização com segurança jurídica, inclusive com REP-P, que viabiliza o ponto por software e marcação mobile.
Na prática, isso se traduz em uma exigência importante para o RH: controle de ponto precisa ser tecnicamente consistente e auditável (não é “qualquer aplicativo”, nem “qualquer software”). A própria orientação do governo detalha o ecossistema do REP e as obrigações relacionadas.
Se a empresa quer reduzir risco, ela precisa operar com:
- Regras claras (jornada, escalas, banco de horas),
- Trilha de evidência (logs, comprovantes, relatórios),
- Transparência para o colaborador (acesso aos registros),
- Integração para não haver divergência entre ponto e folha.
Como a tecnologia DIMEP reduz riscos trabalhistas na prática
A DIMEP posiciona suas soluções de RH como um ecossistema de gestão de jornada, tratamento e evidências, com foco em reduzir passivos e aumentar a confiabilidade do registro (inclusive com “Portal da Transparência”).
A seguir, listamos os pilares que mais reduzem risco e como isso aparece nas soluções.
1- Evidência forte: comprovante, logs e rastreabilidade
Em disputas trabalhistas, evidência ganha tempo, reduz desgaste e protege a empresa.
No Kairos, o software da DIMEP para gestão de jornada, existem recursos como:
- Logs completos de navegação e ações do sistema
- Controle de acesso por IP e autenticação multifator (MFA)
- Integrações com sistemas de folha, ERPs e Azure AD
- Geração de arquivos para folha e apoio a uma cultura de transparência
Isso é decisivo porque reduz o “achismo” e aumenta a capacidade do RH de provar:
- Quem ajustou o quê,
- Quando,
- Com qual justificativa,
- E com quais impactos.
2- Controle de jornada com regras (e não “ponto solto”)
O risco aumenta quando a empresa não consegue operar a jornada como um sistema, com regras, exceções e aprovações.
Nas Soluções de RH da DIMEP, você tem:
- Cadastro de horários (normal, repartido, isento e horário livre)
- Módulo de escalas para planejamento de horários e folgas
Isso reduz risco porque evita improviso: o sistema “amarra” a jornada ao contrato e à política interna.
3- Marcação mobile segura para equipes externas, híbridas e remotas
Para muitas empresas, o “rombo” começa quando o trabalho sai do prédio.
A DIMEP facilita a marcação por smartphone com recursos como:
- Reconhecimento facial
- Geolocalização e validação do local
- Mapa com evidências das marcações
- Marcação off-line
- Comprovante criptografado
- Pedidos de justificativas, férias e horas extras
Isso reduz risco porque combate três pontos críticos:
- Fraude/terceirização de marcação,
- Divergência sobre local e horário,
- Falta de evidência quando a marcação acontece “fora do ambiente controlado”.
4- Relatórios e trilhas fiscais/cadastrais para auditoria (sem sofrimento)
No fundo, boa parte do risco trabalhista é: “o RH não consegue fechar o mês com confiança”.
O Kairos possui mais de 40 relatórios (fiscais, cadastrais e gerenciais), incluindo:
- Ocorrências, férias, absenteísmo
- Banco de horas, escalas de folgas
- E relatórios fiscais seguindo requisitos de portarias vigentes
Quando a empresa tem relatórios consistentes, reduz:
- Inconsistência entre áreas (RH x Operação x Financeiro),
- Retrabalho,
- E o risco de “ajustes manuais” que viram passivo.
5- Do ponto à folha: menos divergência, menos risco
Não adianta o ponto estar perfeito se a folha “quebra” na importação.
A DIMEP apresenta integração nativa do Kairos com a folha (Kairos Folha), automatizando processos e reduzindo erros no cálculo de horas.
Isso reduz risco uma vez que:
- Diminui erro de cálculo,
- Acelera fechamento,
- Garante consistência entre jornada registrada e remuneração processada.
Checklist para escolher a tecnologia de RH
Se seu objetivo é reduzir riscos trabalhistas (e não só “comprar um sistema”), valide estes pontos:
- Aderência às regras de registro eletrônico (Portaria 671 e orientações oficiais)
- Comprovante e acesso do colaborador (transparência)
- Evidências e logs (auditoria e rastreabilidade)
- Regras de jornada e escalas (turnos, folgas, exceções)
- Fluxos de justificativa e aprovação (horas extras, ausências, atestados)
- Marcações externas seguras (geolocalização, validação, evidência)
- Integrações com folha/ERP (reduz divergência e retrabalho)
E a segurança dos dados? Por que isso também entra no risco do RH
O RH trata dados sensíveis na prática (documentos, justificativas, atestados, históricos). E, quando falamos de risco corporativo, LGPD também importa.
A própria orientação do governo sobre sanções da LGPD reforça que podem existir penalidades como multa de até 2% do faturamento, limitada a R$ 50 milhões por infração, além de publicização e bloqueio de dados, dependendo do caso.
Por isso, recursos como MFA, controle de acesso e trilha de logs fazem diferença não apenas “no TI”, mas na governança do RH.
Perguntas frequentes
Qual é a forma mais rápida para reduzir risco trabalhista?
Padronizar jornada e escalas, implantar marcação com evidência (web/mobile), automatizar justificativas/aprovações e garantir relatórios de auditoria, exatamente os pontos que o ecossistema Kairos/DIMEP cobre (escala, evidência, relatórios e integrações).
Tecnologia realmente ajuda em horas extras e intervalo?
Sim, porque o que gera risco é a inconsistência. E horas extras e intervalo intrajornada aparecem como temas massivos na Justiça do Trabalho, o que reforça a importância de controle e evidência.
Reduzir risco trabalhista é transformar jornada em governança
Quando o ponto vira um processo “manual e reativo”, o RH vive apagando incêndio. Quando o ponto vira um sistema de governança com evidência, a empresa ganha:
- Mais segurança jurídica,
- Menos conflito interno,
- Menos retrabalho,
- e um RH mais estratégico.
A tecnologia DIMEP foi desenhada exatamente para esse cenário: reduzir risco trabalhista com registros confiáveis e gestão inteligente da jornada.
Se você quer avaliar o melhor desenho para sua operação, entre em contato e fale com um especialista para fazer um teste gratuito da ferramenta.